Filiação no direito de família brasileiro

Ressignificação a partir da posse de estado e da socioafetividade

Autores

  • Ricardo Calderón Universidade Federal do Paraná. Academia Brasileira de Direito Constitucional. Instituto Brasileiro de Direito Civil. Instituto Brasileiro de Direito de Família. OAB. Instituto dos Advogados do Paraná. Instituto Brasileiro de Direito Contratual. Calderón Advogados

Palavras-chave:

Parentalidade, Filiação, Posse de estado, Afetividade

Resumo

O presente trabalho tem por escopo discorrer sobre os contornos contemporâneos da filiação no direito de família brasileiro. Em especial, visa a destacar as contribuições conferidas pelas noções de posse de estado de filho e pela socioafetividade nesta temática. Estes dois fatores colaboraram significativamente para uma aproximação do direito com a realidade concreta, visto que permitiram acolher relações fáticas que demandavam algum reconhecimento jurídico. O estudo parte da estrutura formal de filiação prevista no Código Civil de 1.916 e, a seguir, descreve os desafios que a realidade subsequente apresentou. A posse de estado de filiação e a socioafetividade foram expressamente acolhidas pelo direito brasileiro. A partir disso, destacar-se-ão as suas principais projeções em matéria de filiação.

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Publicado

2020-06-10

Como Citar

Calderón, R. (2020). Filiação no direito de família brasileiro: Ressignificação a partir da posse de estado e da socioafetividade. Entre Aspas, 7, 123–137. Recuperado de https://revistaentreaspas.emnuvens.com.br/revista/article/view/106

Edição

Seção

Artigos