A cognição judicial

Notas

Autores

  • Nagib Slaibi Filho Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro. Universidade Salgado de Oliveira

Downloads

Não há dados estatísticos.

Referências

BORGES, Jorge Luiz. Revista Leia, agosto de 1989: Eu não sei se tem alguém do outro lado da linha, mas ser um agnóstico significa que todas as coisas são possíveis, mesmo Deus. Este mundo é tão estranho, tudo pode acontecer, ou não acontecer. Ser um agnóstico permite-me viver num mundo mais amplo, num tipo mais futurístico de mundo. Faz-me mais tolerante.

RUSSELL, Bertrand. “Will Religious Faith Cure Our Troubles?”. Human Society in Ethics and Politics. Ch 7. Pt 2.

REALE, Miguel. Introdução à filosofia. 4. ed. São Paulo: Saraiva, 2002, p. 65 e ss.

PONTES DE MIRANDA. O problema fundamental do conhecimento. 2. ed. at. por Vilson Rodrigues Alves. Campinas: Bookseller, 2005, 326 p.

PORTANOVA, Rui. Motivações ideológicas da sentença. Porto Alegre: Livraria do Advogado, 1992, p. 15.

PLACIDO E SILVA, Vocabulário Jurídico, atualizado por Nagib Slaibi Filho e Priscila Pereira Vasques Gomes. Rio de Janeiro, Editora GEN/Forense, 32ª edição, 2016.

Downloads

Publicado

2021-01-10

Como Citar

Slaibi Filho, N. (2021). A cognição judicial: Notas. Entre Aspas, 8, 101–107. Recuperado de https://revistaentreaspas.emnuvens.com.br/revista/article/view/84

Edição

Seção

Artigos Convidados